Visão Celular Modelo dos 12

 

O que é uma Igreja em células?

    O nome célula é usado em virtude de seu crescimento ser similar ao das células de um corpo humano em crescimento. Uma criança cresce pela multiplicação constante das células de seu corpo. A falta de crescimento indica que alguma coisa está errada e necessita de correção. Assim uma Igreja também deve ter crescimento pela multiplicação rápida de suas células e só parar de crescer quando estiver madura e pronta para as bodas do Cordeiro, no arrebatamento.

 

 
   
A Visão Celular é a grande estratégia de Deus para a colheita destes últimos  dias  
   

Esta visão tem quatro pilares, que conhecemos como

"ESCADA DO SUCESSO":


 

MODELO DOS 12

              É o governo da visão. O pastor tem 12 homens que são discipulado por ele. A esposa, a mesma coisa com relação às suas 12. Esses 12 ajudam administrar a visão, a governar a visão, como líderes dos líderes de células, professores, obreiros, ministradores do encontro. Eles são instruídos a ganhar para Jesus Cristo 12 pessoas. Eles consolidam, discipulam essas pessoas e as instrui levantar também o seu grupo de 12, que farão parte da segunda, geração de 144 discípulos do pastor principal e a mesma coisa acontecerá com as discípulas da sua esposa.

São quatro gerações que a igreja trabalhará para conquistar. A primeira geração são 12 discípulos, a segunda são 144 discípulos, a terceira são 1.728 discípulos, e a quarta são 20.736 discípulos. 
É claro que não se faz discípulos de uma hora para outra. Isso é obra de toda vida. Não se alcança às gerações em pouco tempo, pois ao mesmo tempo em que se conquista essas gerações, esta também se formando uma cultura de discipulado na igreja, e isso não é fácil quando temos a cultura vigente de membros descomprometidos que aprenderam somente receber. Isso exige trabalho, abnegação, paciência, dedicação e muito amor.
O principio de 12 está em toda a Escritura, desde Gêneses a Apocalipse, e Jesus nos ensinou a fazer discípulo e não membros; se vamos fazer discípulos, porque não no modelo de Jesus. Ele fez 12 discípulos e nos ensinou que podemos fazer as obras que Ele fez e até maiores. O que há de errado procurar fazer o que Jesus fez? Não podemos fazer o que o diabo fez, semeando sementes de duvidas no coração dos anjos e desejando usurpar o lugar de Deus, trazendo o caos e a destruição.
O Governo não é invencionice "reneziana", é uma proposta bíblica desde os tempos primordiais, dos patriarcas Abrão, Isaque e Israel (pai dos Doze conquistadores de territórios); do libertador Moisés (que tinha os seus doze homens para espiar a terra); de Salomão (que tinha os seus doze príncipes para cuidarem das causas do rei e do povo); de Davi, que tinha os doze e os líderes de cem e de milhares para governarem dando proteção a todo o seu território; dos profetas (Elias - com as doze pedras). E por que não falar do mentor Maior, Jesus, que gerou os seus doze que influenciaram e mudaram o mundo (Apocalipse 21 menciona essa restauração).

Proposta da Igreja em Células no Governo dos Doze


A sua proposta precípua é trazer restauração integral para o homem como um testemunho vivo do poder de Deus, passando pelo processo do novo nascimento e sendo plenamente regenerado segundo a doutrina de Cristo.
Essa proposta tem atingido todas as camadas sociais, dos mais eruditos aos mais indoutos; dos mais renomados aos menos favorecidos; tanto aos de grande poder aquisitivo quanto àqueles que nada possuem, pois não existe estratificação social, pelo contrário, existem estímulos dentro desta proposta para que se rompa com os principados da ruína pobreza e miséria e tenhamos uma vida tranqüila e sossegada, como é direito de todo cidadão, independentemente do solo que ele esteja, ainda que seja no Brasil. 
É sumamente honroso o que hora nos é imposto. Estamos emocionados e agradecidos, debaixo desse céu onde se gerou um país continente tão imensurável. Podemos ser reconhecidos como um organismo vivo e operante, que com certeza trará grande contribuição, não só de informações e impactos, como de mudanças. Estamos como que com garras de leoa, assim como ensina a Palavra Sagrada, dispostos nesta luta a fazer o melhor pelo nosso povo, e incansavelmente trabalharmos por um Brasil melhor e uma gente mais feliz. A Igreja Celular no Governo dos 12 tem essas ferramentas e possibilidades, e vamos avançar sempre a cada dia conquistando um território novo, para fazer desse lugar o que já foi falado pela boca do próprio Deus, Iawé Shammah: Este lugar, esta cidade, este Estado, esta Nação serão chamados "O SENHOR ESTÁ AQUI".

 

Conhecendo melhor o Governo dos 12

"Reunindo os doze, deu-lhes poder e autoridade sobre todos os demônios, e para curarem doenças; e enviou-os a pregar o reino de Deus, e fazer curas (...) Saindo, pois, os discípulos percorreram as aldeias, anunciando o evangelho e fazendo curas por toda parte". (Lc 9:1-6)

"Naqueles dias retirou-se para o monte a fim de orar; e passou a noite toda em oração a Deus. Depois do amanhecer, chamou seus discípulos, e escolheu doze dentre eles, aos quais deu também o nome de apóstolos". (Lc 6:12-13)

Vemos aqui duas ênfases que Jesus dá: uma para o governo dos Doze e outra para a execução do Governo. Ele começa dizendo que vamos expelir demônios, curar enfermos, limpar os leprosos, ressuscitar os mortos. Jesus mostra que o governo tem uma tarefa além da grande comissão de ganhar. Existe a tarefa de executar os milagres do Reino. O G12 não é só uma chamada para ganhar vidas, mas para executar esses milagres. É extremamente gratificante quando estamos trabalhando e vendo que Deus está nos respaldando, e um dos respaldos visíveis é a manifestação dos milagres de Deus. Todos nós queremos ter um ministério de milagres. 

Muitas pessoas precisam utilizar-se do seu próprio "eu" para que as pessoas que caminham com elas comecem a credibilizá-las. Essas pessoas vivem dizendo que foram elas que oraram para que alguém ficasse curado, para que alguém recebesse um milagre... 

Observamos então que nessas curas há muito mais do ego do que da atuação de Deus. Essas pessoas querem que haja curas somente para provarem que seu ministério já é um ministério de cura. Na Bíblia nenhum dos discípulos de Jesus fazia propaganda das curas anteriores, porque já era um tempo passado. Hoje, as pessoas pegam a cura anterior para respaldar o seu testemunho. Quando os discípulos vieram contar a Jesus sobre os milagres que aconteciam por intermédio deles, Jesus cortou logo a conversa mostrando que a alegria deles não devia estar nessas coisas e sim no fato dos seus nomes estarem escritos no livro da vida (Lc 10:20).

Quais as conseqüências para alguém que tem o nome escrito no livro da vida?

 

1) A certeza da salvação: Esta certeza é mais que uma afirmação, é viver a salvação diariamente. Não é viver uma salvação acidental que vivemos circunstancialmente. Se somos salvos, testificamos de quem somos e em quem estamos. Somos regenerados em Cristo Jesus e estamos nEle. 

2) A consciência de uma missão: Jesus nos chamou para resgatar vidas. Nessa missão devemos plantar nas pessoas a alegria da salvação, fazendo manifesto o Reino de Deus e Sua justiça, levando a consciência de que cada um está vivendo uma plenitude de vida. Se tenho essa missão, devo encontrar cada pessoa na sua debilidade, ministrar-lhes a alegria da salvação e trazer-lhes libertação, cura, limpeza e ressurreição. Tenho que saber qual o ponto de contato do inimigo, descobrir onde há enfermidade, saber se existe uma lepra espiritual, se existe uma morte espiritual. Então, devo ministrar a eles a libertação, a cura, a ressurreição (Ef 2:1-10, Rm 6:1-4). A nossa missão no Governo é deixar os discípulos sem nenhuma pendência. Precisamos marcá-los com a vida de Deus.

3) Um sonho no coração do Governo: O Senhor sempre nos despertará para novos sonhos, e quer que experimentemos todos os que Ele nos entregou. Por isso, nunca desista, pois os sonhos de Deus não são uma punição, são entregues para realizarmos conquistas. Muitas pessoas entendem esses sonhos de ganhar e cuidar de vidas como se fosse uma punição. Deus nos ajuda, nos incentiva, nos anima, nos encoraja, porque os Seus sonhos são completos em todas sua essência. Quando os sonhos são meus, eu me frustro no meio do caminho; mas, quando são de Deus, eu me realizo. Eles só poderão ser plenamente realizados se forem de Deus. Um dos nossos problemas é que estamos caminhando só com os nossos (Ec 5:7). Deus quer que você abra mão dos seus sonhos particulares e passe a sonhar os dEle. Quando você abraçar os sonhos de Deus, realizará até os que nem mesmo você conseguiu sonhar. Deus despertará o seu espírito e lhe dará sonhos sobrenaturais que irão sobrepujar todos os que você já teve até hoje. Os de Deus não são sofredores, são conquistadores. Não são despertados na mente, nascem no espírito de quem tem a salvação, de quem conhece a missão. 

Deus está querendo nos ensinar que há um tempo para que os sonhos dEle se completem, porém, Ele sabe que vivemos neste mundo em um tempo muito limitado. Ele também tem nos mostrado que Seus sonhos devem ser plantados numa hora certa e devem ser executados numa hora certa. Eles não são pervertidos e vulneráveis, são fixos e santos. Você não os realiza, Deus lhe usa apenas como canal para que eles se cumpram. Eles se traduzem em trazer vidas para o Seu Reino, vidas que estejam plenamente saradas e limpas. Deus não passará toda a vida sarando as nossas feridas, Ele quer que cresçamos e avancemos. Todos os que seguem os sonhos de Deus olham para frente e têm um alvo, não se deixam seduzir. Esse alvo é chamado de "o alvo da soberana vocação" (Fp 3:14). Nós temos uma vocação soberana de não desviar os nossos olhos do alvo. 

Todos os nossos discípulos precisam sonhar sonhos que sejam corretos e não desordenados, sonhos que tragam saúde. Os discípulos não podem andar neuróticos só para cumprirem metas, mas devem saber que pela alegria da salvação, eles têm uma dívida eterna com Yeshua. Nós sempre seremos um canal de milagre, não para nos auto-promover e, sim, para promover quem faz o milagre por nosso intermédio, aquele que nos deu esse sonho. Hoje somos parte do ministério de Jesus e por isso precisamos ter as evidências no G12 de expelir demônios, curar enfermos, limpar leprosos, ressuscitar mortos. Mas não podemos querer esse ministério de milagres para fazer o show, para mostrar às pessoas o nosso poder. 

O testemunho de quem foi salvo por Jesus é usar a estratégia da Visão para dar ênfase a salvação, é mostrar ao governo dos 12 a importância do nosso nome estar escrito no livro da vida, de aprender a fazer celebração, a dar importância genuína a esse fato de ser salvo. 

Vemos que hoje em dia muitas pessoas não se sentem motivadas pelo fato do próprio nome estar escrito no livro da vida, mas é essa experiência que nos fará viver uma outra muito maior, muito mais ampla, que será a vida eterna com Jesus no seu Reino. A conscientização de que eu sou salvo vai solidificar no meu espírito a certeza de que temos a vida de Deus. 

Jesus mostrou que as tarefas de realizar os milagres teriam que ser executadas pelos doze, pois Ele os comissionou para isso. Essa tarefa era árdua, mas possível, e vinha associada com a alegria de executar esse trabalho, a alegria de saber que o nosso nome está escrito no livro da vida. O que nos dará segurança para caminhar até a quarta geração sabendo que as pessoas cumprirão fielmente a Visão é saber que o nome deles está escrito no livro da vida.